terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Amplificação



Uma das minhas rotinas diárias é ler a meditação e excerto de uma passagem bíblica proposta pela comunidade de Taizé.
A de hoje é:
"Eu disse: Confessarei ao Senhor a minha falta. E Tu me perdoaste a culpa do pecado. (Sl 32) O controlo de nós mesmos por amor aos outros mantém-nos alerta. A paz do coração, para os outros e para nós mesmos, pode implicar este esforço: não nos deixarmos levar pelas emoções ou pelas impressões que a imaginação frequentemente amplifica." (Taizé, 28/01/2014)

Depois de uma passagem pelo Facebook e de ver por lá uma fotografia (que parece teimar em aparecer e re-aparecer no feed de notícias, principalmente em semanas em que preciso de me manter focada e concentrada!) de uma pessoa que à partida nem por lá devia estar, porque nem Facebook tem... fiquei a pensar nesta frase... "a paz do coração...pode implicar este esforço: não nos deixarmos levar pelss emoções ou pelas impressões que a imaginação frequentemente amplifica".

Será isto que tenho feito?
Tenho-me deixado levar por algo que a minha imaginação tenha amplificado?

(e, no fundo, não há nada para ser amplificado, não passa de emoções/impressões amplificadas...no fim de contas, o relógio mantém-se no tic-tac, sem novidades, sem alterações, sem iniciativa do outro lado...)


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