quarta-feira, 19 de março de 2014
Mais um ano...
Depois de um fim-de-semana intenso... Encontro de jovens, cheio de momentos de reflexão e oração. Com vários momentos de pausa - pausa para me questionar, para me perguntar o que pretendo da vida, como vivo a minha fé, que tipo de cristã sou, qual é o caminho, a vocação a seguir... E fazer anos logo depois, mistura tudo isto, as perguntas continuam bem frescas, as dúvidas são muitas e as pausas que fazemos no dia-a-dia são demasiado poucas para as procurar responder...
Não costumo pensar muito nestes dias... é um dia quase como outro qualquer, mais um no calendário. Mas depois de receber sms ontem a dizer "que a bondade do teu coração esteja sempre presente na tua vida", tornaram mais presentes todas as perguntas do fim-de-semana.
As respostas deviam ser mais simples, os sinais deviam ser mais fáceis de perceber!
Bem, mas hoje já não é "o meu dia".. é o dia do pai. E por muitos cabelos brancos que ele me esteja a causar... gosto muito dele! Feliz Dia do Pai! :)
segunda-feira, 10 de março de 2014
Dúvidas, incertezas...
Já não me sentia assim há alguns anos... Sinto-me parva, insegura e sem saber o que fazer. Penso demasiado nele (nem seria suposto, não o conheço tão bem quanto isso para justificar o quanto penso ou que possa sentir algo mais. Não sei quase nada, e tenho estado com ele muito poucas vezes).
Mas, por muito parvo que pareça, não tem havido um dia que não pense nele, que não pegue no telemóvel na expectativa de que a mensagem recebida seja dele. E isto não faz sentido. Demorei demasiado tempo a esquecer o L. para voltar a isto. E eu andava bem, tranquila, sem estas dúvidas a distrair-me!
Sim, gostava de me sentir amada, quem não gosta? Mas eu não sei passar por esta fase, até ao ponto que duas pessoas estejam em sintonia. Estas dúvidas/incertezas, este não saber se ele fica tanto na expectativa de receber notícias minhas como eu dele, o não saber se, o que quer que seja que esteja a sentir (porque nem sei como o definir...) é recíproco... assusta-me.
E eu, quando sinto medo, tenho tendência a afastar-me ainda mais, a fechar-me na minha carapaça e a afastar quem possa querer aproximar-se...
E eu, quando sinto medo, tenho tendência a afastar-me ainda mais, a fechar-me na minha carapaça e a afastar quem possa querer aproximar-se...
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