quarta-feira, 21 de outubro de 2009

A perfeição...

...sei que não é fácil alcançá-la (se é que não seja mesmo impossível!). Já a procurei várias vezes e acabei por me magoar e dar-me conta de que andava atrás do impossível. No entanto, continuo a tentar fazer o melhor em tudo o que me meto, mas já o faço com um bocadinho mais de noção de que o meu melhor pode nem sempre ser a perfeição… Mas continuo a fazê-lo com o mesmo objectivo: envolver-me em tudo o que faço dando o melhor de mim e procurando atingir a melhor perfeição que consigo.

Quanto às pessoas… há aquelas que já contamos que não sejam perfeitas (que não nos admiramos por o não serem) e há aquelas que consideramos perfeitas… essas, normalmente, são aquelas que nos são mais especiais e das quais esperamos que dêem o seu melhor.
No entanto, mesmo essas mais especiais não são perfeitas, mas mesmo imperfeitas procuram o melhor e dão-nos o melhor que têm, o melhor que podem. Se calhar é isso que as torna especiais.

Essas pessoas imperfeitas, só as há porque nós as criamos perfeitas, porque as considerarmos
- bons pais,
- bons amigos,
- bons colegas,
- bons companheiros,
- bons professores/orientadores…

...e por elas temos as maiores expectativas, esperamos o melhor delas e, como tudo, muitas vezes o melhor que elas dão, fazem, dizem não é o melhor que esperamos… (mesmo connosco… o melhor que consigo nem sempre (muitas vezes) é o melhor que eu esperava/gostava)





Escrito depois de uma pessoa me falar em Príncipes Imperfeitos… que me foi “abrindo os olhos” e me ajudou a perceber que todos temos em nós um bocadinho de imperfeição… nem eu, nem os que me são mais queridos são perfeitos… Podem também nos magoar com as suas imperfeições… E tanto mais magoam quanto mais queridos nos são… Mas não significa que, por nos m
agoarem, deixem de ser as pessoas que são (e que nós esperamos que sejam)… Acho que só agora percebi isto com mais clareza e percebo agora uma pessoa que sei que só quer o melhor para mim (embora por vezes não o saiba demonstrar)...


domingo, 18 de outubro de 2009

Sê o melhor...



"
Se não puderes ser pinheiro no alto da colina, sê no vale algo de pequeno,

Mas sê a melhor coisa pequena na margem do regato

Sê um arbusto, se não puderes ser árvore

Se não puderes ser uma estrada, sê atalho

Se não puderes ser o sol, sê uma estrela

Pelo tamanho não te salvas nem te perdes

Sê o melhor do que quer que tu sejas


Do que quer que tu sejas, sê o melhor
"










No que quer que seja, darei sempre o melhor de mim...


sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Medo




A couple hundred years ago, Benjamin Franklin shared with the world the secret of his success. «Never leave that till tomorrow,» he said, «which you can do today». This is the man who discovered electricity. You’d think more of us would listen to what he had to say.


I don’t know why we put things off, but if I had to guess, I’d say it has a lot to do with fear.

Fear of failure, fear of pain, fear of rejection.

Sometimes, the fear is just of making a decision.

Because, what if you’re wrong? What if you’re making a mistake you can’t undo?


(…)


The early bird catches the worm. A stitch in time saves nine.

He who hesitates is lost. We can’t pretend we haven’t been told. We’ve all heard the proverbs, heard the philosophers, heard our grandparents warning us about wasted time, heard the damn poets urging us to seize the day.


Still, sometimes, we have to see for ourselves.


We have to make our own mistakes.


We have to learn our own lessons.


We have to sweep today’s possibility under tomorrow’s rug until we can’t anymore, until we finally understand for ourselves what Benjamin Franklin meant.


That knowing is better than wondering.


That waking is better than sleeping.


And that even the biggest failure, even the worst, most intractable mistake beats the hell out of never trying.


Grey’s Anatomy – Season 1





Continuo a deixar que minha vida seja guiada por este medo… este medo que toda a gente sabe que apenas nos faz sentir que o tempo vai passando e grande parte dele está perdido… E mesmo sabendo tudo isto, continuo a errar, a não querer aprender a lição, esperar, esperar, até que todas as possibilidades que podiam ter existido e que podia (e devia) ter aproveitado já passaram… Continuo a sonhar, especular, a nunca tentar por mais que continue a me magoar por isso…



Não sei porque adiamos as coisas, mas se tivesse de adivinhar, diria que tem muito a ver com medo.

Medo de falhar, medo de sofrer, medo de ser rejeitado.

Às vezes, é apenas o medo de tomar uma decisão.

Porque… e se estivermos enganados? E se cometermos um erro que não podemos desfazer?




Medo, errar… porque não consigo apagar estas palavras do meu dicionário?